sexta-feira, 5 de março de 2010

TRIBUTO A D. PAULO EDUARDO AMDRADE PONTE
MÁXEMO DE JESUS DOS SANTOS¹
Dom Paulo Eduardo, Arcebispo emérito da Arquidiocese de São Luis, entregou sua alma ao criador, no dia 15 de Março. Sua partida dói no mais profundo de nossas alma. Mas, por outro lado, sempre nos falou da Ressurreição. Por isso, não vamos permanercer na tristeza do momento, nem das lágrimas do coração.O Estado do Maranhão chora sua perda, já que sua partida nos deixa um legado de vida dedicada, probamente, á Igreja da Arquidiocese de São Luís.
Porém, na figuração de pastor, se colocou á frente da Arquidiocese como um dos mais lídimos Arcebispo e, também como magnifico na sua luta incansável na formação de novos padres e justamente partiu para a casa do Pai no dia da ordenação de mais dois Diáconos da Igreja de São Luis.
No seu pastoreio, sua postura, suas decisões, sempre foram para o bem comum de seus fiés. E, sua missão sempre foi unir, congregar, conciliar, romper berreiras de distância ou de discordia. O mundo precisa de pessoas capazes, lúcidas, generosas. Dom Paulo Edurado mostrou que pessoas assim existem e semeiam esperanças.
Na ária universitária cursou filosofia (1948-1949), Fortaleza-CE; Teologia (1950-1954) teologia (1955-1957), na cidade eterna, Roma; Catequese (1961-1963) e reciclagem teológica (1967-1969), París, França; Curso “Christus Sacerdos” (1967), São leopoldo, RS.
Antes do Episcopado: Vigário cooperador (1957), Itapipoca-CE; professor no Seminário Menor e maior; Vigário Episcopal das religiosas; diretor Espiritual no Seminário Maior, professor e diretor do Instituto de Ciências religiosas (ICRE) (1958-1971) em Fortaleza-CE.
Como bispo: Membro da comissão representativa pelo NE-1 (1972-1974); Presidente da Comissão episcopal para o Seminário Regional; Membro da CEP da CNBB (linha 3: catequese e setores de juventude e educação) Membro do Departamento de Educação do CELLAM (DIC); Membro da Associação promocional de Itapipoca; Bispo Diocesano de Itapipoca, de 1971-1984, presidente do MED (1983-1986).
Foi nomeado arcebispo de são Luís-MA, pelo nosso saudoso Sua santidade o Papa João Paulo II, em 21 de março de 1984, tomou posse em 17 de julho do mesmo ano. Como Arcebispo: Viçe-presidente da CNBB (1987-19991); presidente do DECAP, membro do COINCAT ( Conselho Internacional para a catequese) de 1987-1992), Presidente do Regional Nordeste V da CNBB.
Escritos de sua autoria: “a possibilidade da visão beatifica á luz da razão”(tese defendida, mas não publicada); Artigos na revista Eclesiástica brasileira: Vol.27, fasc.3, set. 1967; vol.28, fasc.2, julho de 1968; vol.29,fasc.1, março de 1959 e dezenas de artigos publicado nos jornais locais de São Luís.
Na sua cidadania, luta permanentimente por uma sociedade igualitária e justa. Natural de Fortaleza-CE, foi o mais maranhense do que fortalisence.
Este cidadão é a vossa reverendissima Arcebispo Metropolitano, Dom Paulo Eduardo Andrade Ponte, que por mercê de Deus, faleceu aos 78 anos e já se encontra junto de Deus. O Maranhão está em lágrimas, mesmo assim, o Estado se orgulho junto com a satisfação de seus fiés e conterrânios, entre os quais, os seminaristas do SASA em luto (Seminário Arquidiocesano Santo Antônio) se inclui, consubstanciando-os ser o estandarte vivo da dignidade humana, que foi perpetuamente solícito a todos que a ele recorrem a qualquer hora do dia.
Por tudo isso, associo-me juntamente com os Seminaristas da Arquidiocese as justas homenagens funebre que lhe são prestadas. Seu serviço sacerdotal e episcopal, traduzido em testemunho de amor a Deus, á Igreja foi realizada em “nome de Jesus,”cumprindo o que disse santo Agostinho: “para vocês, sou bispo; como vocês,sou cristão.”



¹ Graduado em Filosofia e acadêmico do sétimo periodo de Teologia do IESMA ( Instituto de Estudos Superiores do Maranhão ) e Seminarista da Arquidiocese de São Luís-MA. Maxemo de jesus@yahoo.com.br
TRIBUTO A D. PAULO EDUARDO AMDRADE PONTE
MÁXEMO DE JESUS DOS SANTOS¹
Dom Paulo Eduardo, Arcebispo emérito da Arquidiocese de São Luis, entregou sua alma ao criador, no dia 15 de Março. Sua partida dói no mais profundo de nossas alma. Mas, por outro lado, sempre nos falou da Ressurreição. Por isso, não vamos permanercer na tristeza do momento, nem das lágrimas do coração.O Estado do Maranhão chora sua perda, já que sua partida nos deixa um legado de vida dedicada, probamente, á Igreja da Arquidiocese de São Luís.
Porém, na figuração de pastor, se colocou á frente da Arquidiocese como um dos mais lídimos Arcebispo e, também como magnifico na sua luta incansável na formação de novos padres e justamente partiu para a casa do Pai no dia da ordenação de mais dois Diáconos da Igreja de São Luis.
No seu pastoreio, sua postura, suas decisões, sempre foram para o bem comum de seus fiés. E, sua missão sempre foi unir, congregar, conciliar, romper berreiras de distância ou de discordia. O mundo precisa de pessoas capazes, lúcidas, generosas. Dom Paulo Edurado mostrou que pessoas assim existem e semeiam esperanças.
Na ária universitária cursou filosofia (1948-1949), Fortaleza-CE; Teologia (1950-1954) teologia (1955-1957), na cidade eterna, Roma; Catequese (1961-1963) e reciclagem teológica (1967-1969), París, França; Curso “Christus Sacerdos” (1967), São leopoldo, RS.
Antes do Episcopado: Vigário cooperador (1957), Itapipoca-CE; professor no Seminário Menor e maior; Vigário Episcopal das religiosas; diretor Espiritual no Seminário Maior, professor e diretor do Instituto de Ciências religiosas (ICRE) (1958-1971) em Fortaleza-CE.
Como bispo: Membro da comissão representativa pelo NE-1 (1972-1974); Presidente da Comissão episcopal para o Seminário Regional; Membro da CEP da CNBB (linha 3: catequese e setores de juventude e educação) Membro do Departamento de Educação do CELLAM (DIC); Membro da Associação promocional de Itapipoca; Bispo Diocesano de Itapipoca, de 1971-1984, presidente do MED (1983-1986).
Foi nomeado arcebispo de são Luís-MA, pelo nosso saudoso Sua santidade o Papa João Paulo II, em 21 de março de 1984, tomou posse em 17 de julho do mesmo ano. Como Arcebispo: Viçe-presidente da CNBB (1987-19991); presidente do DECAP, membro do COINCAT ( Conselho Internacional para a catequese) de 1987-1992), Presidente do Regional Nordeste V da CNBB.
Escritos de sua autoria: “a possibilidade da visão beatifica á luz da razão”(tese defendida, mas não publicada); Artigos na revista Eclesiástica brasileira: Vol.27, fasc.3, set. 1967; vol.28, fasc.2, julho de 1968; vol.29,fasc.1, março de 1959 e dezenas de artigos publicado nos jornais locais de São Luís.
Na sua cidadania, luta permanentimente por uma sociedade igualitária e justa. Natural de Fortaleza-CE, foi o mais maranhense do que fortalisence.
Este cidadão é a vossa reverendissima Arcebispo Metropolitano, Dom Paulo Eduardo Andrade Ponte, que por mercê de Deus, faleceu aos 78 anos e já se encontra junto de Deus. O Maranhão está em lágrimas, mesmo assim, o Estado se orgulho junto com a satisfação de seus fiés e conterrânios, entre os quais, os seminaristas do SASA em luto (Seminário Arquidiocesano Santo Antônio) se inclui, consubstanciando-os ser o estandarte vivo da dignidade humana, que foi perpetuamente solícito a todos que a ele recorrem a qualquer hora do dia.
Por tudo isso, associo-me juntamente com os Seminaristas da Arquidiocese as justas homenagens funebre que lhe são prestadas. Seu serviço sacerdotal e episcopal, traduzido em testemunho de amor a Deus, á Igreja foi realizada em “nome de Jesus,”cumprindo o que disse santo Agostinho: “para vocês, sou bispo; como vocês,sou cristão.”


¹ Graduado em Filosofia e acadêmico do sétimo periodo de Teologia do IESMA ( Instituto de Estudos Superiores do Maranhão ) e Seminarista da Arquidiocese de São Luís-MA. Maxemo de jesus@yahoo.com.br
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2010

Máxemo de Jesus dos Santos[1]

A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 tem como tema “Economia e Vida”. O lema é “Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mt 6,24)”. É um tema complexo para a Igreja no sentido de denunciar a perversidade de todo modelo econômico que visa em primeiro lugar ao lucro sem se importar com desigualdade, miséria, fome e morte. A CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil) faz no sentido de despertar toda a sociedade: católicos, não católicos, cristãos, não cristãos, mas, sobretudo, pessoas de boa vontade, sensíveis às causas maiores do Brasil e do mundo.
Este tema vai despertar em nós gesto de solidariedade durante todos os dias de 2010, tendo como inspiração o Evangelho de Mateus 6, 24 “ninguém pode servir a dois senhores: ou odiará a um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro”. Neste âmbito, o Texto-Base 2010 mostra que “toda a vida de Jesus foi um testemunho de simplicidade no uso dos bens materiais, de solidariedade com os pobres, de distribuição gratuita dos dons de Deus.”.
Seu objetivo geral é “unir Igrejas cristãs e pessoas de boa vontade na promoção de uma economia a serviço da vida, sem exclusões, contribuindo para a construção de uma cultura de fraternidade e paz”. Entretanto, seus objetivos permanentes são: sensibilizar a sociedade sobre a importância de valorizar todas as pessoas que a constituem; buscar a superação do consumismo, que faz com que o "ter" seja mais importante do que as pessoas; criar laços entre as pessoas de convivência mais próxima, em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais; mostrar a relação entre fé e vida, a partir da prática da Justiça, como dimensão constitutiva do anúncio do Evangelho; reconhecer as responsabilidades individuais diante dos problemas decorrentes da vida econômica, em vista da própria conversão.
O tema anunciado pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) para ser trabalhada na Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010, atendeu a realidade da sociedade e à luz dos critérios éticos e evangélicos, respostas colhidas por meio das ações implementadas. Quando fazemos opção pela sociedade em geral, assumimos o compromisso de lutar não somente pela nossa vida, mas pela vida das pessoas que nos cercam.
O CF 2010 visa educar para a prática da economia de solidariedade, de cuidado com a criação e de valorização da vida como o bem mais precioso. Esta campanha é um poderoso instrumento para a vivência comunitária do tempo da quaresma, enquanto nos possibilita a tomada de consciência do pecado, causa dos problemas, e nos convida a viver comunitariamente as práticas desse tempo litúrgico.
Por fim, que a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010, possa suscitar “concretamente o esforço dos que desenvolveram para a união de todos os que crêem em Jesus Cristo, no sentido de realizar o projeto do Reino de Deus na vida das pessoas, visando um mundo mais justo e fraterno”. Que esta Campanha seja uma ocasião para uma grande tomada de consciência sobre a realidade geralmente não tão fácil enfrentado pela sociedade de uma economia frágil e desigual. Deus nos ajude!










[1] Graduado em Filosofia e Teologia e Seminarista da Arquidiocese de São Luis-MA. Maxemodejesus@yahoo.com.br.

Campanha da Fraternidade 2010